Sejam Bem- Vindos à Pastoral da Criança - Capela São Francisco - Paróquia Imaculado Coração de Maria

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domingo, 9 de dezembro de 2012

Dra. Zilda Arns Neumann – mensageira da Paz e do Bem!


Prefiro olhar o lado positivo das coisas! (Zilda Arns Neumann)

Dra. Zilda Arns Neumann

Uma mulher de coragem! Dra. Zilda viveu para defender e promover as crianças, gestantes e idosos, construir uma sociedade mais justa, fraterna, com menos doenças e sofrimento humano. Morreu tragicamente no terremoto que devastou o Haiti dia 12 de janeiro de 2010, logo após fazer um pronunciamento sobre como salvar vidas com medidas simples, educativas e preventivas. Deixou sua marca na história do Brasil ao fundar e coordenar a Pastoral da Criança e Pastoral da Pessoa Idosa.

Em seu trabalho, sempre aliou o conhecimento científico ao conhecimento e à cultura popular; valorizou o papel da mulher pobre na transformação social; mobilizou a todos, pobres e ricos, analfabetos e doutores, na busca da Vida Plena para todos. Em suas manifestações costumava dizer: “Há muito o que se fazer, porque a desigualdade social é grande. Os esforços que estão sendo feitos precisam ser valorizados para que gerem outros ainda maiores.”

Faleceu fazendo o que sempre falou: congregar mais pessoas para se unirem na busca de “vida em abundância” para crianças e gestantes pobres.

domingo, 23 de setembro de 2012

Antibiótico: Primeira dose imediata



A campanha “Antibiótico: primeira dose imediata” é uma promoção da Pastoral da Criança, em parceria com o Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Unicef, Associação Brasileira de Enfermagem (ABEN), Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), Academia Brasileira de Pediatria (ABP), Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e Centro de Pesquisas Epidemiológicas da Universidade Federal de Pelotas/RS. Seu objetivo é orientar os gestores municipais de saúde, e principalmente a sociedade, sobre a necessidade de ministrar a primeira dose de antibiótico nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) logo após a consulta em especial nos casos de crianças com suspeita de pneumonia.

A campanha é de abrangência nacional e prevê a utilização de várias mídias.




Crianças com suspeita de pneumonia precisam receber o antibiótico o quanto antes!


Médicos e profissionais de enfermagem devem garantir que a primeira dose de antibiótico seja dada ainda no posto de saúde e instruir os pais a darem todas as doses corretamente em casa.

A pneumonia é uma infecção respiratória grave. Se a criança não receber o tratamento certo e a tempo, pode morrer. Por isso quando a criança apresentar algum sinal de infecção respiratória, a mãe, pai ou  familiar deve ser orientado para que:
  •   leve ao médico o mais rápido possível;
  •   continue a amamentar;
  •   dê os medicamentos na dose, nos horários e pelo tempo recomendado pelo médico;
  •   volte ao serviço de saúde no dia marcado ou a qualquer momento, se o bebê não apresentar melhora ou piorar.

Ministério da Saúde orienta que primeira dose é imediata!


Uma criança com suspeita de pneumonia, com a indicação médica de antibiótico, deve receber a primeira dose do remédio na própria Unidade Básica de Saúde (UBS), conforme recomendação da Organização Mundial de Saúde e do Ministério da Saúde (Programa AIDPI – Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância, 2003).
A atenção à saúde da criança menor de 2 meses de idade requer a assistência adequada e no tempo oportuno. Na edição lançada em 2012 do Manual AIDPI NEONATAL, o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde orientam sobre o uso da primeira dose imediata do Antibiotico nos casos de infecções de crianças menores de 2 meses.
Além de disponibilizar uma nota técnica, o Ministério da Saúde publicou a Portaria nº 1.820, de 13 de agosto de 2009, que descreve os direitos e deveres dos usuários da saúde, e orienta para o tratamento no tempo certo.  No caso do Antibiótico para criança com Pneumonia o tempo certo é logo depois do diagnóstico médico, na própria Unidade Básica de Saúde. No Caderno da Atenção Básica nº 28: "Acolhimento à demanda espontânea", pagina 56, está a lista de medicamentos que devem estar à disposição nas Unidades Básicas de Saúde/Saúde da Família/postos de saúde utilizados para o atendimento às urgências clínica. Dentre estes medicamentos destaca-se os Antibióticos (para administrar a primeira dose na própria UBS nos casos de pneumonia em crianças).


Sobre o Acesso ao Antibiotico

Em muitos municípios, a mãe ou responsável pela criança recebe o medicamento na Unidade Básica de Saúde, depois da consulta, e só oferece a primeira dose para a criança ao chegar em casa. Em outras situações precisa buscar os medicamentos receitados em uma Unidade Central de Medicamentos, desperdiçando horas de tratamento que podem significar um internamento hospitalar evitável e, o que é pior, a morte da criança.
A primeira dose de antibiótico dada logo após a consulta, ainda no posto de saúde, poderia evitar uma parte significativa das cerca de 4 mil mortes anuais entre crianças menores de 5 anos no Brasil, registradas no Ministério da Saúde. Segundo dados do governo, as infecções respiratórias causadas por bactérias são a segunda causa de morte de crianças no país. As doenças respiratórias respondem por 19,7% das causas de morte de crianças entre 1 e 4 anos de idade, 6,2% das crianças menores de um ano. A prevenção inclui o aleitamento materno exclusivo, alimentação saudável que ajuda no fortalecimento do sistema imunológico, a qualidade do ar dentro de casa e imunização por meio de vacinas.


Os Articuladores da Pastoral da Criança junto aos Conselhos de Saúde visitam mensalmente as Unidades Básicas de Saúde (UBS). No ano de 2011 foram visitadas – média mensal – 1.751 UBS em 1.074 municípios. Entre as unidades visitadas, 70% delas tinham antibiótico em estoque, mas somente 36% (527unidades) declararam dar a primeira dose do medicamento para a criança na própria UBS.

Você Sabia:


A Portaria define no  Art. 3º que:
"Toda pessoa tem direito ao tratamento adequado e no tempo certo para resolver o seu problema de saúde.
Parágrafo único. É direito da pessoa ter atendimento adequado, com qualidade, no tempo certo e com garantia de continuidade do tratamento, para isso deve ser assegurado:
I - atendimento ágil, com tecnologia apropriada, por equipe multiprofissional capacitada e com condições adequadas de atendimento;"

Dormir de Barriga para Cima

Você pode ajudar a evitar muitas mortes súbitas de bebês. Para isso:

  • Coloque o seu bebê para dormir de barriga para cima.
  • Amamente: até o 6º mês dê somente leite materno.
  • Não fume e nem deixe que fumem dentro da sua casa, principalmente durante a gestação e na presença de crianças pequenas.
  • Não agasalhe demais o bebê.
  • Deixe fora do berço travesseiros, brinquedos, almofadas e outros objetos fofos.



Dormir de barriga para cima é mais seguro!

Você sabe qual é a posição mais segura para o bebê dormir? É de barriga para cima.

A morte súbita é uma das maiores causas de mortes entre bebês até um ano de idade. Em muitos casos ela acontece porque o bebê está de lado ou de barriga para baixo, uma posição incorreta para dormir pois o bebê respira um ar menos puro, ou seja, ele respira parte do ar que deveria ser eliminado.
As pesquisas baseadas em evidências mostram que dormindo de barriga para cima, diminuem as chances do bebê morrer por sufocamento e asfixiamento.
Caso você acredite que dormindo de barriga para cima o bebê irá se afogar com seu vômito, saiba que estudos mostram ser reação natural do bebê tossir e, com isso, não respirar o vômito e ainda chamar a atenção dos pais.
E lembre-se, amamente, não fume perto do bebê e não agasalhe demais o bebê para dormir.

Porque dormir bem, é dormir com segurança!

O que é a Morte Súbita
Morte Súbita é o nome que se dá para a morte de crianças menores de 1 ano de idade que morrem de forma inesperada e sem explicação durante o sono. Ela também é conhecida como "morte do berço".

Embora a causa da Morte Súbita seja desconhecida, existem alguns fatores que aumentam o risco de ela acontecer. A Pastoral da Criança, com o apoio de várias entidades lança essa campanha com dicas simples para que os pais e cuidadores possam coloca-lás em prática. Juntos reduziremos os riscos de morte súbita e favoreceremos o bem estar e a saúde de nossas crianças.



Pastoral da Criança: uma história de amor a vida



Esta história de amor teve início em 1982, em Genebra, com uma conversa entre James Grant, diretor executivo do Unicef, e o Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns, durante uma reunião da ONU. James Grant estava convencido de que a igreja poderia salvar milhares de crianças, se ensinasse às mães ações simples como preparar o soro oral para evitar a desidratação, e essa experiência poderia começar no Brasil.

Dom Paulo, meu irmão, me telefonou para falar da proposta de James Grant. Senti que estava sendo chamada por Deus para uma grande missão de vida. Expliquei a ele que, a partir da minha experiência em saúde pública, como médica pediatra e sanitarista, o que mais faltava às mães era o conhecimento e a solidariedade fraterna. Assim não bastava ensinar às mães a usarem o soro oral. Também seria preciso ensiná-las sobre a importância do pré-natal, aleitamento materno, vigilância nutricional, vacinação, desenvolvimento integral das crianças, relações humanas, afim de que elas soubessem e fossem estimuladas a cuidar melhor de seus filhos para que "crescessem em sabedoria e graça" (Lc 2,52).
Aprovada a proposta, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) presidida por Dom Ivo Lorscheiter, indicou o então Arcebispo de Londrina, Dom Geraldo Majella Agnelo, atualmente Cardeal Arcebispo Primaz de São Salvador da Bahia, para acompanhar o desenvolvimento desse trabalho, tecido com amor fraterno dos voluntários e cheio de Fé e Vida. O lema escolhido foi "Para que todas as crianças tenham vida e vida em abundância" (cf. Jo 10,10). O projeto piloto foi implantado em Florestópolis, que pertence a Arquidiocese de Londrina, norte do estado do Paraná, que possuía um alto índice de mortalidade infantil, 127 mortes por mil nascidos vivos; 74% das famílias trabalhavam como Bóias-Frias, nas lavouras de cana de açúcar e outras.
Desenvolveu a metodologia comunitária inspirada no Evangelho que narra o organizariam as pequenas comunidades para multiplicar o saber e a solidariedade, com espírito de FÉ e VIDA . Seguindo o referido Evangelho, implantaria ainda um sistema de informação simples, capaz de ser entendido e servir de estímulo aos líderes comunitários voluntários capacitados, agentes da transformação social.
Assim, milhares e milhares de líderes realizam ações básicas simples e baratas de educação e promoção da saúde, fé e da cidadania, com as gestantes e crianças menores de seis anos de idade, em seu contexto familiar e comunitário. Essas ações contribuem também para o fortalecimento do tecido social e para a melhoria das políticas públicas, principalmente nas áreas da saúde e educação. A educação e o estímulo da solidariedade, que as famílias e comunidades recebem da Pastoral da Criança, tem promovido em toda parte a redução da mortalidade infantil e materna, da desnutrição e da violência familiar e levam à inclusão social das famílias, pela democratização do saber.
A conquista de um mundo justo e fraterno nasce no coração de cada pessoa e das atitudes positivas que vão ao encontro ao próximo, principalmente da criança. Uma delas é colocar-se a serviço como voluntário. A Pastoral da Criança, desde a sua fundação, é inclusiva, ecumênica, supra-religiosa e supra-partidária.
Seus extraordinários resultados se devem à metodologia que une Fé e Vida, à promoção das mulheres, ao sistema de capacitação descentralizado, ao Sistema de Informação, à qualidade dos materiais educativos, à sua credibilidade pela fidelidade aos objetivos, seu baixo custo, menos de 1 dólar por criança/mês, à capilaridade e o apoio constante da igreja. A soma de esforços e as parcerias garantem a sustentabilidade das ações. No Brasil, a Pastoral da Criança conta com o apoio financeiro do Governo Federal, através do Ministério da Saúde, de forma contínua; desde 1985; é seu principal financiador. Pela sua credibilidade, a Pastoral da Criança conquistou também apoio de governos estaduais e municipais, empresas e outros.
Assim como aconteceu no Brasil, o Unicef, muitas vezes, é uma das primeiras entidades a apoiar e a ajudar financeiramente a Pastoral da Criança quando ela tem início em um novo país.
Há muito para ser feito! A Declaração do Milênio, aprovada pelas Nações Unidas,em setembro de 2000, estabelece oito metas a serem atingidas até 2015, entre elas, erradicar a extrema pobreza e a fome, reduzir em 50% a mortalidade infantil e aumentar a autonomia das mulheres. Esses objetivos só serão atingidos com a soma de esforços intersetoriais, entre as religiões, governos, organizações não governamentais, empresas, meios de comunicação e a sociedade em geral.
A Pastoral da Criança do Brasil contribui para que esses objetivos sejam alcançados, disseminando sua missão de Fé e Vida, ao transferir a outros países da América Latina e Caribe, da África e da Ásia a sua metodologia e experiência desses 25 anos de trabalho bem sucedido. Promover o desenvolvimento integral das crianças, em larga escala, significa participar de forma decisiva da construção de um mundo mais justo e fraterno, a serviço da vida e da esperança.milagre da multiplicação de dois peixes e cinco pães (cf. Jo 6,1-15), que saciaram da fome cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças. Assim se organizariam as pequenas comunidades para multiplicar o saber e a solidariedade, com espírito de FÉ e VIDA . Seguindo o referido Evangelho, implantaria ainda um sistema de informação simples, capaz de ser entendido e servir de estímulo aos líderes comunitários voluntários capacitados, agentes da transformação social.
Assim, milhares e milhares de líderes realizam ações básicas simples e baratas de educação e promoção da saúde, fé e da cidadania, com as gestantes e crianças menores de seis anos de idade, em seu contexto familiar e comunitário. Essas ações contribuem também para o fortalecimento do tecido social e para a melhoria das políticas públicas, principalmente nas áreas da saúde e educação. A educação e o estímulo da solidariedade, que as famílias e comunidades recebem da Pastoral da Criança, tem promovido em toda parte a redução da mortalidade infantil e materna, da desnutrição e da violência familiar e levam à inclusão social das famílias, pela democratização do saber.
A conquista de um mundo justo e fraterno nasce no coração de cada pessoa e das atitudes positivas que vão ao encontro ao próximo, principalmente da criança. Uma delas é colocar-se a serviço como voluntário. A Pastoral da Criança, desde a sua fundação, é inclusiva, ecumênica, supra-religiosa e supra-partidária.
Seus extraordinários resultados se devem à metodologia que une Fé e Vida, à promoção das mulheres, ao sistema de capacitação descentralizado, ao Sistema de Informação, à qualidade dos materiais educativos, à sua credibilidade pela fidelidade aos objetivos, seu baixo custo, menos de 1 dólar por criança/mês, à capilaridade e o apoio constante da igreja. A soma de esforços e as parcerias garantem a sustentabilidade das ações. No Brasil, a Pastoral da Criança conta com o apoio financeiro do Governo Federal, através do Ministério da Saúde, de forma contínua; desde 1985; é seu principal financiador. Pela sua credibilidade, a Pastoral da Criança conquistou também apoio de governos estaduais e municipais, empresas e outros.
Assim como aconteceu no Brasil, o Unicef, muitas vezes, é uma das primeiras entidades a apoiar e a ajudar financeiramente a Pastoral da Criança quando ela tem início em um novo país.
Há muito para ser feito! A Declaração do Milênio, aprovada pelas Nações Unidas, em setembro de 2000, estabelece oito metas a serem atingidas até 2015, entre elas, erradicar a extrema pobreza e a fome, reduzir em 50% a mortalidade infantil e aumentar a autonomia das mulheres. Esses objetivos só serão atingidos com a soma de esforços intersetoriais, entre as religiões, governos, organizações não governamentais, empresas, meios de comunicação e a sociedade em geral.
A Pastoral da Criança do Brasil contribui para que esses objetivos sejam alcançados, disseminando sua missão de Fé e Vida, ao transferir a outros países da América Latina e Caribe, da África e da Ásia a sua metodologia e experiência desses 25 anos de trabalho bem sucedido. Promover o desenvolvimento integral das crianças, em larga escala, significa participar de forma decisiva da construção de um mundo mais justo e fraterno, a serviço da vida e da esperança.

Níveis de coordenação e decisão


Coordenação Comunitária – exercida por um dos líderes da comunidade.
    Coordenação de Ramo – responsável por diversas comunidades de uma mesma paróquia; seu coordenador é indicado, em lista tríplice, pelos coordenadores comunitários do respectivo ramo e ratificado pelo Pároco.
    Coordenação de Setor – responsável por diversos ramos da Diocese à qual pertence. É indicado pelos coordenadores de ramo e ratificado pelo Bispo Diocesano.
    Coordenação Estadual – responsável pelos diversos setores do Estado. É indicado pelos coordenadores de Setor e ratificado pelo Bispo Responsável pela Pastoral da Criança no Estado.
    Coordenação Nacional – dá apoio ao trabalho da Pastoral da Criança em todo o Brasil.
    Conselho Diretor – eleito pela Assembleia Geral da Pastoral da Criança e ratificado pela CNBB.
    Assembleia Geral – órgão máximo da Pastoral da Criança, é composta majoritariamente pelos representantes estaduais (88% dos seus 41 membros).