Dra. Zilda Arns Neumann – mensageira da Paz e do Bem!Prefiro olhar o lado positivo das coisas! (Zilda Arns Neumann)
Uma mulher de coragem! Dra. Zilda viveu para defender e promover as crianças, gestantes e idosos, construir uma sociedade mais justa, fraterna, com menos doenças e sofrimento humano. Morreu tragicamente no terremoto que devastou o Haiti dia 12 de janeiro de 2010, logo após fazer um pronunciamento sobre como salvar vidas com medidas simples, educativas e preventivas. Deixou sua marca na história do Brasil ao fundar e coordenar a Pastoral da Criança e Pastoral da Pessoa Idosa.
Em seu trabalho, sempre aliou o conhecimento científico ao conhecimento e à cultura popular; valorizou o papel da mulher pobre na transformação social; mobilizou a todos, pobres e ricos, analfabetos e doutores, na busca da Vida Plena para todos. Em suas manifestações costumava dizer: “Há muito o que se fazer, porque a desigualdade social é grande. Os esforços que estão sendo feitos precisam ser valorizados para que gerem outros ainda maiores.” Faleceu fazendo o que sempre falou: congregar mais pessoas para se unirem na busca de “vida em abundância” para crianças e gestantes pobres. |
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Sejam Bem- Vindos à Pastoral da Criança - Capela São Francisco - Paróquia Imaculado Coração de Maria
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domingo, 9 de dezembro de 2012
domingo, 23 de setembro de 2012
Pastoral da Criança: uma história de amor a vida
Esta história de amor teve início em 1982, em Genebra, com uma conversa entre James Grant, diretor executivo do Unicef, e o Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns, durante uma reunião da ONU. James Grant estava convencido de que a igreja poderia salvar milhares de crianças, se ensinasse às mães ações simples como preparar o soro oral para evitar a desidratação, e essa experiência poderia começar no Brasil.
Dom Paulo, meu irmão, me telefonou para falar da proposta de James Grant. Senti que estava sendo chamada por Deus para uma grande missão de vida. Expliquei a ele que, a partir da minha experiência em saúde pública, como médica pediatra e sanitarista, o que mais faltava às mães era o conhecimento e a solidariedade fraterna. Assim não bastava ensinar às mães a usarem o soro oral. Também seria preciso ensiná-las sobre a importância do pré-natal, aleitamento materno, vigilância nutricional, vacinação, desenvolvimento integral das crianças, relações humanas, afim de que elas soubessem e fossem estimuladas a cuidar melhor de seus filhos para que "crescessem em sabedoria e graça" (Lc 2,52).
Aprovada a proposta, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) presidida por Dom Ivo Lorscheiter, indicou o então Arcebispo de Londrina, Dom Geraldo Majella Agnelo, atualmente Cardeal Arcebispo Primaz de São Salvador da Bahia, para acompanhar o desenvolvimento desse trabalho, tecido com amor fraterno dos voluntários e cheio de Fé e Vida. O lema escolhido foi "Para que todas as crianças tenham vida e vida em abundância" (cf. Jo 10,10). O projeto piloto foi implantado em Florestópolis, que pertence a Arquidiocese de Londrina, norte do estado do Paraná, que possuía um alto índice de mortalidade infantil, 127 mortes por mil nascidos vivos; 74% das famílias trabalhavam como Bóias-Frias, nas lavouras de cana de açúcar e outras.
Desenvolveu a metodologia comunitária inspirada no Evangelho que narra o organizariam as pequenas comunidades para multiplicar o saber e a solidariedade, com espírito de FÉ e VIDA . Seguindo o referido Evangelho, implantaria ainda um sistema de informação simples, capaz de ser entendido e servir de estímulo aos líderes comunitários voluntários capacitados, agentes da transformação social.
Assim, milhares e milhares de líderes realizam ações básicas simples e baratas de educação e promoção da saúde, fé e da cidadania, com as gestantes e crianças menores de seis anos de idade, em seu contexto familiar e comunitário. Essas ações contribuem também para o fortalecimento do tecido social e para a melhoria das políticas públicas, principalmente nas áreas da saúde e educação. A educação e o estímulo da solidariedade, que as famílias e comunidades recebem da Pastoral da Criança, tem promovido em toda parte a redução da mortalidade infantil e materna, da desnutrição e da violência familiar e levam à inclusão social das famílias, pela democratização do saber.
A conquista de um mundo justo e fraterno nasce no coração de cada pessoa e das atitudes positivas que vão ao encontro ao próximo, principalmente da criança. Uma delas é colocar-se a serviço como voluntário. A Pastoral da Criança, desde a sua fundação, é inclusiva, ecumênica, supra-religiosa e supra-partidária.
Seus extraordinários resultados se devem à metodologia que une Fé e Vida, à promoção das mulheres, ao sistema de capacitação descentralizado, ao Sistema de Informação, à qualidade dos materiais educativos, à sua credibilidade pela fidelidade aos objetivos, seu baixo custo, menos de 1 dólar por criança/mês, à capilaridade e o apoio constante da igreja. A soma de esforços e as parcerias garantem a sustentabilidade das ações. No Brasil, a Pastoral da Criança conta com o apoio financeiro do Governo Federal, através do Ministério da Saúde, de forma contínua; desde 1985; é seu principal financiador. Pela sua credibilidade, a Pastoral da Criança conquistou também apoio de governos estaduais e municipais, empresas e outros.
Assim como aconteceu no Brasil, o Unicef, muitas vezes, é uma das primeiras entidades a apoiar e a ajudar financeiramente a Pastoral da Criança quando ela tem início em um novo país.
Há muito para ser feito! A Declaração do Milênio, aprovada pelas Nações Unidas,em setembro de 2000, estabelece oito metas a serem atingidas até 2015, entre elas, erradicar a extrema pobreza e a fome, reduzir em 50% a mortalidade infantil e aumentar a autonomia das mulheres. Esses objetivos só serão atingidos com a soma de esforços intersetoriais, entre as religiões, governos, organizações não governamentais, empresas, meios de comunicação e a sociedade em geral.
A Pastoral da Criança do Brasil contribui para que esses objetivos sejam alcançados, disseminando sua missão de Fé e Vida, ao transferir a outros países da América Latina e Caribe, da África e da Ásia a sua metodologia e experiência desses 25 anos de trabalho bem sucedido. Promover o desenvolvimento integral das crianças, em larga escala, significa participar de forma decisiva da construção de um mundo mais justo e fraterno, a serviço da vida e da esperança.milagre da multiplicação de dois peixes e cinco pães (cf. Jo 6,1-15), que saciaram da fome cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças. Assim se organizariam as pequenas comunidades para multiplicar o saber e a solidariedade, com espírito de FÉ e VIDA . Seguindo o referido Evangelho, implantaria ainda um sistema de informação simples, capaz de ser entendido e servir de estímulo aos líderes comunitários voluntários capacitados, agentes da transformação social.
Assim, milhares e milhares de líderes realizam ações básicas simples e baratas de educação e promoção da saúde, fé e da cidadania, com as gestantes e crianças menores de seis anos de idade, em seu contexto familiar e comunitário. Essas ações contribuem também para o fortalecimento do tecido social e para a melhoria das políticas públicas, principalmente nas áreas da saúde e educação. A educação e o estímulo da solidariedade, que as famílias e comunidades recebem da Pastoral da Criança, tem promovido em toda parte a redução da mortalidade infantil e materna, da desnutrição e da violência familiar e levam à inclusão social das famílias, pela democratização do saber.
A conquista de um mundo justo e fraterno nasce no coração de cada pessoa e das atitudes positivas que vão ao encontro ao próximo, principalmente da criança. Uma delas é colocar-se a serviço como voluntário. A Pastoral da Criança, desde a sua fundação, é inclusiva, ecumênica, supra-religiosa e supra-partidária.
Seus extraordinários resultados se devem à metodologia que une Fé e Vida, à promoção das mulheres, ao sistema de capacitação descentralizado, ao Sistema de Informação, à qualidade dos materiais educativos, à sua credibilidade pela fidelidade aos objetivos, seu baixo custo, menos de 1 dólar por criança/mês, à capilaridade e o apoio constante da igreja. A soma de esforços e as parcerias garantem a sustentabilidade das ações. No Brasil, a Pastoral da Criança conta com o apoio financeiro do Governo Federal, através do Ministério da Saúde, de forma contínua; desde 1985; é seu principal financiador. Pela sua credibilidade, a Pastoral da Criança conquistou também apoio de governos estaduais e municipais, empresas e outros.
Assim como aconteceu no Brasil, o Unicef, muitas vezes, é uma das primeiras entidades a apoiar e a ajudar financeiramente a Pastoral da Criança quando ela tem início em um novo país.
Há muito para ser feito! A Declaração do Milênio, aprovada pelas Nações Unidas, em setembro de 2000, estabelece oito metas a serem atingidas até 2015, entre elas, erradicar a extrema pobreza e a fome, reduzir em 50% a mortalidade infantil e aumentar a autonomia das mulheres. Esses objetivos só serão atingidos com a soma de esforços intersetoriais, entre as religiões, governos, organizações não governamentais, empresas, meios de comunicação e a sociedade em geral.
A Pastoral da Criança do Brasil contribui para que esses objetivos sejam alcançados, disseminando sua missão de Fé e Vida, ao transferir a outros países da América Latina e Caribe, da África e da Ásia a sua metodologia e experiência desses 25 anos de trabalho bem sucedido. Promover o desenvolvimento integral das crianças, em larga escala, significa participar de forma decisiva da construção de um mundo mais justo e fraterno, a serviço da vida e da esperança.
Um trabalho que faz a diferença
As ações da Pastoral da Criança de promoção do desenvolvimento infantil e a melhoria da qualidade de vida são possíveis graças ao trabalho voluntário. Mais de 219 mil pessoas acompanham mais de 1,4 milhão de crianças e 76 mil gestantes em mais de 38 mil comunidades de 3.965 municípios brasileiros. As ações dessas pessoas ajudam a reduzir a desnutrição, a mortalidade infantil e ainda promovem a paz e a justiça social nos grandes bolsões de pobreza e miséria do país. Todo trabalho tem como base a solidariedade e a multiplicação do saber. O resultado é a promoção humana e o fortalecimento do tecido social das comunidades.
As atividades do Líder da Pastoral da Criança
Jesus disse: “Ninguém acende uma lamparina para cobrir com uma vasilha ou colocar debaixo da cama; pelo contrário, ela é colocada sobre um suporte a fim de que todos que entrem vejam a luz” (Lc 8,1;16). Esse ensinamento orienta o trabalho do líder comunitário, que leva a luz do saber e da solidariedade às famílias da sua comunidade. Dona Nanci, líder da Pastoral da Criança, de Curitiba, explica o seu trabalho: “Sempre peço a carteira de vacina da gestante. Avalio se a criança teve doenças e acompanho se está se desenvolvendo bem”.
1- Visita Domiciliar
É durante a visita domiciliar que o líder estará mais próximo das famílias acompanhadas e poderá:
- valorizar o que as famílias fazem de bom para cuidar de seus filhos;
- conversar sobre a gravidez;
- conversar sobre os cuidados e a educação das crianças;
- alertar sobre os sinais de perigo para a saúde da gestante e da criança;
- identificar situações desfavoráveis para o desenvolvimento da criança;
- perceber os possíveis problemas e dificuldades enfrentadas;
- procurar juntos formas de resolver esses problemas.
- conversar sobre a gravidez;
- conversar sobre os cuidados e a educação das crianças;
- alertar sobre os sinais de perigo para a saúde da gestante e da criança;
- identificar situações desfavoráveis para o desenvolvimento da criança;
- perceber os possíveis problemas e dificuldades enfrentadas;
- procurar juntos formas de resolver esses problemas.
2- Celebração da Vida
Celebrar a Vida na Pastoral da Criança significa reunir as famílias para avaliar o desenvolvimento de suas crianças e proporcionar a troca de experiências e solidariedade na comunidade. Nesse dia as crianças são pesadas e o peso é registrado na Caderneta da Criança, para controle da família, e no Caderno do Líder, para posteriormente ser enviado à Coordenação Nacional da Pastoral da Criança. Esse encontro mensal é enriquecido com brincadeiras com as crianças, troca de experiências, informação e fraternidade entre as famílias e a partilha de um saboroso e nutritivo lanche.
A riqueza cultural do Brasil se reflete na Pastoral da Criança. Cada comunidade tem seu jeito próprio de organizar sua celebração. A espiritualidade está presente em todas as ações da Pastoral da Criança. Todos são convidados a compreender a importância da fé e da vida, em uma visão ecumênica. Na casa dos líderes comunitários, ao ar livre, debaixo das árvores ou em outros locais, a Pastoral da Criança pesa as crianças e compartilha alimentos regionais em clima de festa, celebrando as conquistas e buscando soluções para melhorar a qualidade de vida de cada uma delas.
Na casa dos líderes comunitários, ao ar livre, debaixo das árvores ou em outros locais, a Pastoral da Criança pesa as crianças e compartilha alimentos regionais em clima de festa, celebrando as conquistas e buscando soluções para melhorar a qualidade de vida de cada uma delas.
“Quanto ela está pesando?”, pergunta ansiosa Eliane Corrêa, mãe de Lisiane, 1 ano e 4 meses.
Ela comemora a evolução da filha, que nasceu com baixo peso e teve que passar por várias internações.
Hoje, Lisiane pesa 8,4 kg e está fora do quadro de desnutrição.
“Ela nasceu muito fraquinha. Pesava só 2 kg, mas graças à Pastoral da Criança, agora está muito saudável”,
comenta a mãe, que mora no bairro de Boa Vista, no município de Campo Magro, região metropolitana de Curitiba.
3- Reunião de Reflexão e Avaliação
É o dia em que os líderes, os demais voluntários e o coordenador comunitário da Pastoral da Criança, depois que as visitas domiciliares e o Dia da Celebração da Vida já foram feitos, avaliam os progressos de suas ações na comunidade, com base nos indicadores anotados no Caderno do Líder, utilizando a metodologia do Ver, Julgar, Agir, Avaliar e Celebrar. Nesse encontro, eles observam a realidade das famílias que acompanham, identificam as causas e conseqüências de determinada situação, unem esforços e avaliam quais alternativas podem ajudar as famílias ou a comunidade.
Eles também preenchem as Folha de Acompanhamento e Avaliação Mensal das Ações Básicas de Saúde e Educação na Comunidade (FABS) que são enviadas à Coordenação Nacional. Esse retrato mensal da comunidade é registrado no Sistema de Informação e nele se transforma num importante indicador de saúde e bem-estar.
“Olhai se todos estão satisfeitos”- Foi o que Jesus disse aos seus apóstolos no episódio do milagre da multiplicação dos pães e peixes, que saciaram a fome de cinco mil homens, como narra o Evangelho de São João (Jo 6, 1-15). Assim como a metodologia que Jesus aplicou, os voluntários da Pastoral da Criança organizam a comunidade, refletem e avaliam os resultados do seu trabalho comunitário a cada mês
Venha fazer parte dessa equipe: seja um líder ou apoio da Pastoral da Criança!!!
(Fonte: Coordenação Nacional da Pastoral da Criança)
A Pastoral da Criança é um organismo da CNBB
A Pastoral da Criança é reconhecida como uma das mais importantes organizações em todo o mundo a trabalhar em ações de combate à mortalidade infantil e melhoria da qualidade de vida das crianças e suas famílias. Organismo de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Pastoral da Criança é uma instituição de base comunitária que tem seu trabalho baseado na solidariedade e na partilha do saber.
Tem como objetivo promover o desenvolvimento integral das crianças pobres, da concepção aos seis anos de idade, em seu contexto familiar e comunitário, a partir de ações preventivas de saúde, nutrição, educação e cidadania, realizadas por mais de 228 mil voluntários capacitados. Também promove, em função das crianças, as famílias e as comunidades, sem distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo religioso ou político.
Criada em 1983, a Pastoral da Criança – hoje presente em todo o Brasil e em mais 19 países – alicerça sua atuação na organização da comunidade e na capacitação de líderes voluntários que ali vivem e assumem a tarefa de orientar e acompanhar as famílias vizinhas para que elas se tornem protagonistas de sua própria transformação pessoal e social.
As ações desenvolvidas compõem um conjunto de práticas educativas simples, baratas e facilmente replicáveis, focalizadas na capacitação das famílias para os cuidados com a criança. O processo e o impacto desse trabalho pode ser mensurado pelos indicadores de saúde e de educação.
Sabe-se que a maior parte dos problemas de saúde podem ser solucionados na família e na comunidade desde que as pessoas aprendam a identificar as doenças e a procurar os recursos o mais cedo possível. Para tanto, a educação para a saúde é essencial, pois torna o indivíduo ator dos cuidados com a sua própria vida, consequentemente melhorando a saúde de sua família e de sua comunidade.
Ao longo de quase três décadas, a entidade ganhou importância e reconhecimento da sociedade. A Pastoral da Criança participa de várias instâncias de decisão sobre políticas públicas, e em vários níveis de governo, como os conselhos de saúde, direitos da criança e do adolescente, assistência social e segurança alimentar.
Um dos muitos diferenciais da organização é o permanente monitoramento das ações e resultados, através de um eficiente Sistema de Informação. Outro é a transparência nas demonstrações financeiras. A estrutura administrativa na Coordenação Nacional, em Curitiba, é a mais simples e ágil possível. Essas são ferramentas importantes para assegurar o apoio das fontes financiadoras e acompanhamento de milhares de crianças e gestantes a um custo muito baixo.
História de São Francisco de Assis
São Francisco de Assis nasceu na cidade de Assis, na Itália, em 04 de outubro de 1181 (ou 1182). Ele era filho de um rico comerciante de tecidos. Sabe-se que Francisco tirou todos os proveitos de sua condição social vivendo entre os amigos boêmios. Como seu pai, ele
seguir a carreira de comerciante, mas a tentativa foi em vão. Depois s
onhou com as honras militares, por isso aos vinte anos se alistou no exército de Gualtieri de Brienne que combatia pelo papa. Entretanto, em Spoleto, São Francisco teve um sonho revelador:
Foi convidado a trabalhar para "o Patrão e não para o servo".
Desde então suas revelações não pararam. Em Assis, São Francisco se dedicou ao serviço de doentes e pobres.No dia do outono de 1205, enquanto rezava na igrejinha de São Damião, ouviu a imagem de Cristo lhe dizer:
"Francisco, restaura minha casa decadente".
O chamado, ainda pouco claro para São Francisco, foi tomado no sentido literal e o santo vendeu as mercadorias da loja do pai para restaurar a igrejinha. Como resultado, o pai de São Francisco, indignado com o ocorrido, deserdou-o.
Com a renúncia definitiva aos bens materiais paternos, São Francisco deu início à sua vida religiosa, "unindo-se à Irmã Pobreza".
A Ordem dos Frades Menores teve início com a autorização do papa Inocêncio III e Francisco e onze companheiros tornaram-se pregadores itinerantes, levando Cristo ao povo com simplicidade e humildade.
O trabalho foi tão bem realizado que, por toda Itália, os irmãos chamavam o povo à fé e à penitência. A sede da Ordem, localizada na capela de Porciúncula de Santa Maria dos Anjos, próxima a Assis, estava superlotada de candidatos ao sacerdócio. Para suprir a necessidade do espaço, foi aberto outro convento em Bolonha.
Um fato interessante entre os pregadores itinerantes foi que poucos, dentre eles, tomaram as ordens sacras. São Francisco de Assis, por exemplo, nunca foi sacerdote.
Em 1212, São Francisco fundou com sua fiel amiga Santa Clara, a Ordem das Damas Pobres ou Clarissas. Já em 1217, o movimento franciscano começou a se desenvolver como uma ordem religiosa. E como já havia ocorrido anteriormente, o número de membros era tão grande que foi necessária a criação de províncias que se encaminharam por toda a Itália e para fora dela, chegando inclusive à Inglaterra.
Sua devoção a Deus não se resumiria em sacrifícios, mas também em dores e chagas. Enquanto pregava no Monte Alverne, nos Apeninos, em 1224, apareceram-lhe no corpo as cinco chagas de Cristo, no fenômeno denominado "estigmatização".
Os estigmas não só lhe apareceram no corpo, como foram sua grande fonte de fraqueza física e, dois anos após o fenômeno, São Francisco de Assis foi chamado ao Reino dos Céus.
Autor do Cântico do Irmão Sol, considerado um poeta e amante da natureza, São Francisco foi canonizado dois anos após sua morte.
Em 1939, o papa Pio XII tributou um reconhecimento oficial ao "mais italiano dos santos e mais santo dos italianos", proclamando-o padroeiro da Itália.
Veja a Oração de São Francisco:
Se quiser conhecer um pouco da história de São Francisco, leia o texto de Dom Evaristo: São Francisco e a Igreja.
História da Pastoral da Criança
A História da Pastoral da Criança é uma história de amor e esperança. Ela foi fundada em 1983 pela Dra. Zilda Arns Neumamm, Dom geraldo Majella Agnello, Dom Paulo Evaristo Arns e pelo Sr. James Grant (Diretor executivo da UNICEF).
A Pastoral da Criança é ecumênica e não faz nenhum tipo de descriminação de cor, raça, credo religioso ou opção política. Seu líderes e as familias acompanhadas pertencem a distintas igrejas e denominações cristãs. Com a nossa pastoral não é diferente
A Pastoral da Criança é ecumênica e não faz nenhum tipo de descriminação de cor, raça, credo religioso ou opção política. Seu líderes e as familias acompanhadas pertencem a distintas igrejas e denominações cristãs. Com a nossa pastoral não é diferente
Sobre a nossa comunidade!!
A Pastoral na Criança existe no Ceará há mais de 25 anos!!!. Em nossa capela, ela já tem mais de 10 anos.
Nossa comunidade se chama Pierre Bonhomme em homenagem ao Padre Pierre Bonhomme (1803-1861), fundador das Irmãs de Nossa Senhora do Calvário, que nos ajudaram desde o principio a fundar a nossa pastoral aqui na capela.
Nossa comunidade se chama Pierre Bonhomme em homenagem ao Padre Pierre Bonhomme (1803-1861), fundador das Irmãs de Nossa Senhora do Calvário, que nos ajudaram desde o principio a fundar a nossa pastoral aqui na capela.
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